Alameda Glete, 766/778 - São Paulo-SP 11 3331-7866

START UP DA INSTALAÇÃO

Gostou? compartilhe!

START UP DA INSTALAÇÃO

START UP DA INSTALAÇÃO

Após concluída a montagem de todos os componentes da instalação é hora de

darmos a partida inicial do equipamento, deveremos então ser criteriosos e checamos cada

componente da instalação verificando seu status e dando OK! Para cada um deles.

Somente após este procedimento deveremos ligar o equipamento, antes porém deveremos

checar vazamentos.

PRESSURIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

Após concluirmos todas as junções (soldas e flangeados) e abrirmos todos os

registros e válvulas das linhas (tubulações) e demais componentes poderemos fazer a

operação de “pressurização” que tem como objetivo mostrar eventuais pontos de fuga

(vazamento) do fluido refrigerante após a carga.

- Pressurização para “instalações de pequeno porte” podem ser feitas com o

próprio fluido refrigerante que será usado na carga final.

A administração do fluido refrigerante para pressurização deverá ser feita

utilizando-se o “manifold” conectado ao lado de baixa pressão e também ao lado

de alta pressão, permitindo assim controlar a pressão de pressurização.

- Pressurização para “instalações de maior porte” deverão ser feitas com uma

quantidade pequena de fluido refrigerante gasoso o suficiente para elevar a pressão

manométrica interna a valores entre 2 a 3 kgf/cm² incrementando esta pressão até

aproximadamente 12 kgf/cm² pressurização de nitrogênio extra-seco ou CO 2 anidro.

Devemos ter o cuidado extremo ao utilizar os redutores de pressão que vem com

cilindros de N 2 ou CO 2 aferindo as válvulas de segurança para 15 kgf/cm².

Desta maneira teremos uma pressão de teste maior, o que é bom, tendo-se ainda a

possibilidade de descarregar muito menos poluentes para a atmosfera, caso não

disponha de equipamento para recolhimento.

Sempre que descarregamos o fluido refrigerante da pressurização deveremos utilizar

uma tubulação longa para não contaminar o ambiente próximo à instalação, pois pode

prejudicar a sensibilidade do detector eletrônico de vazamentos.

Outro ponto à observar é que a colocação de registros em posições estratégicas ao

longo da tubulação permite isolar certos trechos onde se encontram vazamentos e

consertá-los sem a necessidade de retirar toda a pressurização.



Gostou? compartilhe!